sábado, 13 de dezembro de 2008
Palavras.
2:05 Confesso que suas palavras me fazem falta, mas eu ei de conseguir, de não precisar mais delas, e lembra-lás com carinho.
Do tempo passado.
Oito meses, duzentos e quarenta dias, três quartos de um ano, que você entrou em cena. E por incrível que pareça, ainda não saiu. Mesmo o espetáculo já tendo chegado ao fim. Eu, como a Cinderela, parti antes do fim da festa, e como príncipe, foi à procura no dia seguinte. Mas se tratando de modernidade, não são mais os homens que sempre tomam iniciativa, porém deixemos isso pra lá. A partir de então, uma bactéria passa a agir dentro de mim, tirando sono e roubando minha atenção para demais coisas belas da vida, tudo se voltava a ti, somente a ti.
Agora, depois de tanto tempo, tudo passa a estar cada vez mais distante, e o próximo espetáculo, aguarda o seu protagonista. Você até poderia sê-lo novamente, seria aceito, quem sabe, nunca é tarde para recomeçar, com uma condição: um novo final (um tanto improvável demais?). Mesmo que tudo mude, outros ainda ocultos estão cheios de vontades, de brilhar, junto a mim, o seu inverso, que desistiu desse papel.
Agora, depois de tanto tempo, tudo passa a estar cada vez mais distante, e o próximo espetáculo, aguarda o seu protagonista. Você até poderia sê-lo novamente, seria aceito, quem sabe, nunca é tarde para recomeçar, com uma condição: um novo final (um tanto improvável demais?). Mesmo que tudo mude, outros ainda ocultos estão cheios de vontades, de brilhar, junto a mim, o seu inverso, que desistiu desse papel.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Vazio.
Cansei. De pensar em te esquecer, sonhar com você, da tristeza trazida. Querer-te é utopia, perto no tempo, que nem acabara de passar, longe de teu olhar e corpo, me sinto no vazio. Seu coração nômade, parece já ter novo lar, enquanto o meu, fica abandonado a esperar.
Dos filmes que (quem sabe) assistimos.
Super-herói, O homem de ferro, Speed Racer, O melhor amigo da noiva, Crônicas de Nárnia, Indiana Jones, O incrível Hulk, Wall-E, Viagem ao centro da terra, Era uma vez, Bezerra de Menezes, O nevoeiro, A casa da mãe Joana, Noites de tormenta, A múmia: a tumba do imperador, Batman: o cavaleiro, Hancock, Orquestra dos meninos, Efeito borboleta, O estranho mundo de Jack, Lisbela e o prisioneiro, Brilho eterno de uma mente sem lembranças, Vicky Cristina Barcelona, Sweeney todd, 10.000A.C,Romance, dentre alguns outros que não me recordo. Quanto mais longo e intenso fosse, melhor, igual a nosso amor (ou paixão).
(Somando as horas dos filmes, percebe-se, o longo tempo que passei contigo, em frente a um telão ou televisão, imagine o resto...)
(Somando as horas dos filmes, percebe-se, o longo tempo que passei contigo, em frente a um telão ou televisão, imagine o resto...)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
De algumas recordações.
Hoje fui a uma varanda. Digamos um poço de recordações. Fica no último andar do prédio, perto do céu. Alguns meses atrás, era exatamente como me sentia, nesse mesmo lugar. Acabava de ter começado um romance, e eu ansiosa e apaixonada, após ter vivido lindos momentos, trocava mensagens contigo, quase sem acreditar. E observava a cidade, como se estivesse em nuvens.
Acontece que parei e pensei, fiz um flashback mental, passou rápido! Lembro-me das cócegas que você odiava, das suas piadas sem graça, das infinitas horas no telefone na madrugada, de saudades rápidas, do nosso amor ora infantil ora sério, mas sempre intenso, dos planos caso houvesse existência de algo duradouro “se o amor durar, a gente casa!”, dos filmes que não assistimos, do silêncio nosso e dos corações batendo depressa, da hora marcada no siciliano, lembro de tudo, um muito.
Toda noite, isso me perturba, incomoda, faz mal, tudo acabou assim, do nada. E eu continuo vivendo um sonho, em silêncio, e um pesadelo, ao mesmo tempo, esperando essa agonia partir, junto com meu amor!
Acontece que parei e pensei, fiz um flashback mental, passou rápido! Lembro-me das cócegas que você odiava, das suas piadas sem graça, das infinitas horas no telefone na madrugada, de saudades rápidas, do nosso amor ora infantil ora sério, mas sempre intenso, dos planos caso houvesse existência de algo duradouro “se o amor durar, a gente casa!”, dos filmes que não assistimos, do silêncio nosso e dos corações batendo depressa, da hora marcada no siciliano, lembro de tudo, um muito.
Toda noite, isso me perturba, incomoda, faz mal, tudo acabou assim, do nada. E eu continuo vivendo um sonho, em silêncio, e um pesadelo, ao mesmo tempo, esperando essa agonia partir, junto com meu amor!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Madrugada.
2:04: Interessante eu parar e pensar, como tudo acaba rápido pra uns, e pra outros perdura.
2:05 Ainda ouço happiness e reflito.
2:06 Perca de tempo a minha, talvez, do outro não se há tanta importância,suponho.
2:38 Eu realmente, me sinto confusa quanto aos seus sentimentos.
2:53 Arrependimento é complicado.
2:05 Ainda ouço happiness e reflito.
2:06 Perca de tempo a minha, talvez, do outro não se há tanta importância,suponho.
2:38 Eu realmente, me sinto confusa quanto aos seus sentimentos.
2:53 Arrependimento é complicado.
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